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Acabou o Natal? E o Espírito de Natal, vai para onde?


 O Natal é uma época mágica e traz para os corações os sentimentos mais puros... Porém, tão logo o Sol se põe anunciando o fim das festas natalinas e novos sentimentos tomam conta do nosso ânimo.
 Penso que apenas cultivar esse tipo de comportamento não nos leva a lugar algum, apenas faz com que seja sempre a mesma coisa: Natal é época de bondade e ano que se inicia é tempo de promessas.
 A transformação está dentro de nós, a vontade de mudanças deve partir do coração, com verdade e bom ânimo para que, com esforço, possamos colocá-las em prática.



 O que temos feito ao longo dos dias?
 Temos feito promessas, planos e projetos mas e as nossas reais atitudes com relação ao mundo a nossa volta? Temos exercido a tolerância com as imperfeições alheias? Como está nossa afetividade para com o nosso próximo?


 Acredito que são essas as reais mudanças que devam existir em nossa vida e desejo muito poder trabalhar as minhas e me conhecer melhor a cada dia, enxergando sim as minhas mazelas, mas ir mais além, captando as minhas qualidades e utilizando-as como instrumentos úteis na minha caminhada

transformadora e evolutiva.
 Desejo a você que acompanha o blog e a todos que por um acaso chegaram aqui hoje ou que intencionalmente decidiram passar, que tenham esse mesmo ânimo de mudanças verdadeiras, que tenham sempre vivos em seus corações a vontade de auxiliar as pessoas, que mantenham a bondade que se estabelece em cada ser durante os períodos de festas natalinas, a esperança de dias melhores e a força para enxergar cada beleza, cada aprendizado que há, mesmo nas maiores dificuldades!


 Trazendo esta reflexão aproveito para oferecer também uma receitinha especial para ser usada na ceia de Réveillon como acompanhamento de carnes e assados ou para temperar o tender ou costelas.



Geleia de Laranja

 Ingredientes

8 laranjas 
1 xícara de açúcar
suco de 1 limão



 Modo de fazer

 Corte as laranjas em 4 partes e retire-as da casca, retire também aquela parte branca dos gomos.
 Bata no liquidificador fazendo um purê. Leve ao fogo com o açúcar e com o suco do limão.Mexa sempre em fogo baixo para não grudar no fundo da panela e não queimar.
 O tempo para atingir o ponto de geleia é de mais ou menos 20 minutos, isso irá variar de acordo com o seu fogão.
 Depois de fria ela fica um pouco mais consistente. Essa geleia é bem versátil, poderá ser usada para temperar carnes ou para servir com assados, em saladas com presunto de parma ou apenas para ser saboreada com pães e torradas.
   
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Feliz Natal!



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Ouro, Incenso e Mirra


 A história dos Três Reis Magos é uma narrativa muito bonita, repleta de encantos e muitos ensinamentos, basta que saibamos acessar as interpretações através do fascínio e magia presentes em todas as passagens envolvendo Jesus.
 No âmbito das escrituras, magos não eram bruxos ou feiticeiros, eram homens de grande sabedoria, geralmente sábios astrólogos, outra questão diferente dos dias atuais, pois naquela época a astrologia significava o mesmo que a astronomia de hoje.


 Os Reis Magos são personagens bíblicos, embora tenham sido citados apenas no Evangelho de Mateus.  "E, tendo nascido Jesus em Belém de Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém." (Mateus 2:1) Não há relatos de quantos eram na verdade, porém, deduz-se que eram três pela oferta de presentes. "(...) e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra." (Mateus 2:11)


 Há os que dizem serem os magos, sábios astrólogos da época, astrônomos de hoje, pelo fato de terem chegado até o menino Jesus guiados por uma estrela. O fato de serem chamados de reis não nos leva a crer que eram de fato reis, mas na Antiguidade os patriarcas, chefes de grandes clãs ou de grupos étnicos culturais, governavam com os mesmos poderes conferidos aos reis.


 Sabendo que se tratava do nascimento do "prometido", foram até o rei Herodes, cruel e ambicioso. Indagaram a respeito da criança e assim, Herodes sentiu-se ameaçado pelo nascimento de um novo rei. Herodes pediu aos magos que o encontrassem, o adorassem e que falassem a ele onde estava o pequeno rei, para que pudesse adorá-lo também, embora suas reais intenções fossem de matá-lo.


 Os magos demoraram para chegar até o local onde estava Maria com o menino Jesus, desta forma a tradição diz 6 de janeiro ser o dia de Reis, por terem chegado até Jesus nesta data. Estima-se que os reis demoraram realmente muito tempo para chegar, pois vieram do leste para o Oriente até Jerusalém. Entende-se que os reis magos encontraram Jesus não na noite de seu nascimento, como nos conta a história, mas por volta de quando Jesus tinha dois anos de idade. "E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram (...)" (Mateus 2:11) Jesus estava em casa com sua mãe e não na manjedoura no estábulo.
 Mas só isso não nos faz crer que ele teria por volta de dois anos e sim, o versículo do Evangelho de Mateus, que faz com que cheguemos a esta conclusão: "Então Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos." (Mateus 2:16)


 Herodes sentiu-se extremamente ameaçado com o nascimento de um rei e mandou matar todos os meninos com a idade aproximada que Jesus pudesse estar. Porém, José num sonho, foi avisado por um anjo para que fugisse para o Egito com sua esposa e filho, com a finalidade de não tê-lo morto por Herodes. E lá permaneceram até sua morte e eis que novamente num sonho, José é avisado pelo anjo para que volte a Israel. José, Maria e Jesus voltaram as terras israelenses ficando nas partes da Galileia, em uma cidade chamada Nazaré.


 Toda simbologia da história dos Três Reis Magos baseia-se em dois fatos, primeiro a etnia dos magos e segundo os presentes oferecidos a Jesus.
 Não há relatos bíblicos dos nomes conferidos aos magos e muito menos sobre a origem étnica de cada um deles, porém, há informações de que São Beda, o Venerável (673-735), tenha escritos sobre a origem e nomes dos magos. São Beda, Doutor da Igreja e monge beneditino nas abadias de São Pedro e São Paulo em Wearmouth e na de Jarrow, na Nortumbria, Inglaterra, é uma das máximas autoridades dos primeiros tempos da Idade Média pelo fato de ter recolhido relatos transmitidos oralmente pelos Apóstolos aos seus sucessores, e destes aos seguintes. É também considerado como fonte de primeira mão da história inglesa, sendo muito respeitado como historiador, tendo recebido o título de Pai da História Inglesa.


 No tratado "Excerpta et Colletanea", relata as informações que chegaram até ele: "Melquior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltasar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz."
 São Beda foi quem, pela primeira vez, escreveu o nome e origem dos três magos que presentearam Jesus. O primeiro atributo é então, a representatividade das diversas raças humanas através dos magos.


 A segunda insígnia é transmitida através dos presentes que cada um levou a Jesus. Melquior deu ao menino Jesus ouro, o que na Antiguidade estava relacionado com a realeza, pois era um presente reservado aos reis. Entendemos através das interpretações dos textos sagrados que o fato de Jesus ter recebido ouro deve-se à providência Divina para que José não ficasse sem meios de manter-se ao ter de fugir para o Egito.
 Gaspar ofereceu-lhe incenso ou olíbano, presente oferecido aos sacerdotes, sinal de reconhecimento da divindade do ser. Pode representar também a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus, assim como a fumaça nos Céus. "Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e as minhas mãos levantadas sejam como o sacrifício da tarde." (Salmos 141:2)
 Baltasar deu-lhe mirra, em reconhecimento da humanidade, porém, a mirra é um símbolo de sofrimento, anunciando assim a caminhada difícil e de grandes dores redentoras que Jesus teve. A mirra era oferecida aos profetas e era utilizada para embalsamar corpos, representava assim, a imortalidade. Estudos no Sudário de Turim encontraram um composto de mirra e aloés no embalsamento do corpo de Jesus. "E foi também Nicodemos (aquele que anteriormente se dirigira de noite a Jesus), levando quase cem arráteis de um composto de mirra e aloés. Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis com as especiarias, como os judeus costumam fazer, na preparação para o sepulcro." (João 19:39,40)
 Assim, temos a simbologia completa. Os Reis Magos representam as raças humanas e os presentes oferecidos reconhecem Jesus como rei, parte da divindade na Terra e profeta.
 Em concordância com esta interpretação, a profecia de David é cumprida: "Os reis de Társis e das ilhas trarão presentes; os reis de Sabá e de Seba oferecerão dons. E todos os reis se prostrarão perante ele; todas as nações o servirão." (Salmos 72:10, 11)
 As relíquias dos Três Reis Magos foram descobertas na Pérsia pela imperatriz Santa Helena e levadas à capital imperial Constantinopla. Hoje estão na nave central da Catedral de Colônia, desde 1163, em uma urna de ouro e de pedras preciosas.


 Claro que a maioria das histórias contadas a respeito dos Três Reis Magos não relata nada do que foi escrito neste post e isso é perfeitamente compreensível, afinal de contas, está tudo nas escrituras bíblicas, não há nada que omitir ou ocultar, está tudo escrito para quem quiser ler, porém, são pequenos detalhes que tornam a história que comumente conhecemos, resumida e mais simplificada, de modo que possamos melhor compreendê-la e assim passar adianta aos nossos filhos, netos e merecidos bisnetos, se assim for.
 O fato é que desejo que fique bem claro, em nenhum momento deste post eu quis relatar que há omissões por parte bíblica ou que a história dos Reis Magos é fantasiosa! O que quero passar, são fatos históricos verdadeiros e que somam positivamente em nossos conhecimentos, porém, em nada acrescentam na simbologia e ensinamentos reais que deixei bem claros e especificados: a diversidade das raças que creem em Jesus e o significado de cada presente oferecido e que são bem relatados em todos os contos e escritos atuais da história dos Três Reis Magos.


 Àqueles que se dispõe a vivenciar os reais significados da passagem de Jesus desde seu nascimento até a sua crucificação podem adquirir o conhecimento necessário nas Escrituras que nada ocultam ou omitem. A necessidade de exemplificar os ensinos de Jesus se faz a cada instante e as oportunidades que Deus nos dá estão em todos os nossos relacionamentos e experimentos vividos a cada dia. 





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São Nicolau, o Papai Noel das crianças


 O que mais encontramos nas decorações natalinas são as figuras do bondoso Papai Noel... Eles estão por toda parte, alguns são mais estilosos, outros mais tradicionais, porém, jamais o Papai Noel deixará de vincular-se ao Natal.
 A história do Papai Noel é muito especial e bem propícia para ser divulgada. Tudo teve início lá no século IV, na cidade de Mira, atual Turquia, com um bispo chamado Nicolau que desenvolveu seu apostolado também na Palestina e no Egito.  
 Nicolau nasceu em uma família de pais nobres e muito religiosos. Desde cedo revelava-se um ser humano cheio de propensões as virtudes espirituais. Costumava sempre fazer doações anônimas de roupas, comidas para as viúvas e para os pobres. Tinha também o gesto bondoso de presentear as crianças colocando presentes em sacos e jogando dentro das chaminés à noite, para serem encontrados pela manhã. 
 Nos próximos séculos esse gesto espalhou-se por toda a Europa até confundir-se com a data que comemora o Natal, já que esta festividade não era de início uma festa cristã, sendo reconhecida pela Igreja apenas no século V, deixando assim de ser uma festividade pagã.
 Nicolau foi santificado pela Igreja por sua devoção a prática da caridade e por milagres obtidos por meio de suas intervenções.


 Quando a história de Nicolau chegou a Alemanha, no século XIX, o velhinho bondoso e simpático ganhou roupas de inverno, renas, um trenó e passou a residir no Polo Norte. Suas roupas eram representadas nas tonalidades azul, amarela, verde ou vermelha.


 Apenas em 1881 é que a imagem do Papai Noel foi alterada próxima a que temos hoje, através da revista americana "Harper's Weekly". Em 1931 o cartunista Thomas Nast desenhou o Papai Noel que preservou-se até hoje; a criação foi a pedido da Coca-Cola para suas propagandas natalinas, a roupagem passou a ser vermelha e branca seguindo as cores da logomarca. O saco de presentes e o gorro foram acrescentados por sugestões do desenhista Haddon Sundblom.


 O nome Santa Claus, em inglês, é uma adequação de Sinter Klaas, forma como São Nicolau era chamado pelos holandeses. No Brasil Papai Noel vem de origens francesas, no qual Noel significa Natal.


 Então, a imagem do Papai Noel que conserva-se até hoje pode ser sintetizada em uma figura voltada para o comércio, vendas e consumo natalino. Mas, voltando a ideia inicial de São Nicolau, com uma exemplificação magnífica de amor ao próximo, gestos caridosos e sem engrandecimento pessoal, temos um Papai Noel verdadeiramente bom e que traduz o real significado do Natal.


 Quem acompanha minhas postagens aqui no blog sabe que tenho dois filhos, um de doze anos e outro de sete anos. Eu sempre nutri a fantasia e a mágica da existência do Papai Noel na vida dos meus filhos. O mais velho escreveu a cartinha até o nove anos e o caçula ainda tem essa prática. Todos os anos eu respondo às suas cartas, sempre com mensagens de bondade, fraternidade e amor... Ainda coloco a carta do mais velho, mesmo sem ele escrever, e ensino que, o Papai Noel existe sim, sou eu, você e todos que se propõe a produzir um sorriso nos lábios do próximo, seja de apenas uma pessoa ou milhares, não importa, o mérito é o mesmo quando a intenção vem de dentro do coração e é pura e singela, mas verdadeira segundo as leis de Deus.

   
 Que todos possam interiorizar esse sentimento e torná-lo real através da prática do bem ao próximo, do bem a nós mesmos, do respeito aos animais e aos elementos naturais tão essenciais para a existência da vida na Terra. Desejo que o Natal seja cada vez mais sentimento e menos consumo, mais prática no bem e menos egoísmo,  mais perdão e menos rancor, mais paciência e menos correria, enfim mais amor!




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Ofertando sua afetividade

 Com as facilidades da vida moderna encontramos uma infinidade de opções para presentear as pessoas queridas na época do Natal.
 A finalidade das festividades natalinas acabam por perderem o seu verdadeiro propósito, pois as pessoas se entregam desenfreadamente a um consumismo sem fim, adquirindo um ritmo acelerado fora do normal, para que tenham tempo de fazer comprar tudo que necessitam.


 Então, para fugir um pouco do trivial de compras de presentes prontos e industrializados, trago a proposta de presentes feitos a mão...
 Não quero fazer nenhum tipo de apologia contra as compras natalinas, longe disto... Não podemos generalizar os fatos, pois sei que nesta época o tempo realmente é curto e o ritmo tende a aumentar em todos os aspectos, além do que, nem todas as pessoas têm habilidades para fazer os mimos que desejam ofertar aos parentes ou, por conta do trabalho, não têm tempo disponível para tal feito.


 Trouxe aqui os presentinhos que fiz com carinho e afeto para as pessoas queridas que me cercam, embora eu pense que não devemos demonstrar carinho aos que gostamos apenas no Natal e sim em todos os momentos, todos os dias!

   
 "Confia em Deus e age no bem, porque Deus sabe o que se passa contigo e a ação no bem será sempre a garantia da conquista da paz imperecível."


 Biscoitos amanteigados de baunilha com cobertura de glacê de champagne.


 "Na vida, somos todos eternos aprendizes, cumprindo-nos a seguir Jesus, o Mestre, que nos descerrou as portas da vida imortal pelo amor e pela verdade."


 As geleias deliciosas feitas no fogão a lenha... Prometo trazer todas as receitas nos próximos dias de 2015!


 Um mimo para o chá...



 "A felicidade do amanhã começa no pensamento que cultivares agora."


 Para quem tem restrições no consumo de açúcar, as versões diet são ideais.



 "Se fizeres o melhor ao teu alcance, o tempo se transformará em emissário divino, trazendo-te a paz imorredoura nos domínios da consciência."



 "Aprende a confiar em Deus e no tempo."


 "Toda ajuda ao próximo será sempre auxílio para ti mesmo."


 Doce de leite em pasta... Delícia!!!


 Os licores, saborosos após as refeições e agradam a todos.



 O licor de figo que fizemos passo-a-passo aqui no blog...


 O propósito de presentear àqueles que temos afetividade e carinho deve transcender os ideais da matéria e ser um gesto que brote do coração e da alma! 
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A Árvore de Lutero


 Para quem comemora o Natal, a árvore natalina é a garantia de um clima ainda mais aconchegante no lar que festeja esta data. Seja pequenina, grandiosa, cheia de bolas e enfeites ou apenas com uns poucos detalhes, de material reciclado, natural, de galhos, enfim, a árvore é um dos símbolos mais conhecidos da festa natalina.


 A montagem da árvore de Natal ocorreu pela primeira vez em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero, que foi monge agostiniano e professor de teologia. Lutero foi um dos principais protagonistas da Reforma Protestante, sendo contrário a fantasiosa venda de indulgências que a Igreja fazia. Foi responsável pela escrita das 95 Teses em 1517, onde deixou registrado com clareza suas discordâncias sobre as indulgências e contra Johann Tetzel, um dos responsáveis pelas vendas do perdão. As 95 Teses resultou na excomunhão de Lutero da Igreja Romana e em sua condenação como um fora-da-lei.
 Lutero escreveu suas teses com base nas Escrituras e, em especial, nas cartas de Paulo aos Romanos. Ele dizia que a salvação não poderia ser alcançada através de obras ou méritos humanos, mas somente pela fé em Cristo, único salvador dos homens e que a indulgência ou, perdão das ofensas, era dado gratuitamente por Deus.


 Sábio Lutero! Jamais alcançaremos a Glória dos Céus através de quaisquer pagamentos monetários ou obras materiais e sim, tão somente com a transformação interior de nossas mazelas e dificuldades em qualidades benéficas de fé em Jesus e de amor ao próximo.


 E Lutero deixou ainda mais marcas na história da Igreja Católica quando em certa noite, enquanto caminhava pela floresta, ficou maravilhado com os lindos pinheiros cobertos de neve. O céu estrelado inspirou Lutero a reproduzir aquela bela imagem com galhos de árvore em sua casa, ornamentados com algodão, enfeites e velas acesas ao seu redor.


 Essa linda tradição chegou a América através dos alemães que vieram durante o Período Colonial. No Brasil as árvores estão presentes na maioria dos lares na época do Natal, simbolizando paz, alegria e esperança.



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